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Um museu que emociona
Quando surgiu a conversa para o projeto do Museu da Maré, houve algumas reuniões da equipe do Ceasm com profissionais da museologia e do IPHAN, onde foram discutidos os temas nos quais seria focada a exposição (os doze tempos). Depois dos encontros, e de muita discussão, fiquei responsável pela montagem do projeto do Museu da Maré e por apresentar uma proposta na semana seguinte.

Passei alguns dias imaginando a forma de ocupação do galpão...  fiz as medidas do espaço, pesquisei o arquivo fotográfico e filmes antigos da Maré. Busquei referências em livros de arte e arquitetura para complementar o pensamento do projeto e também comecei a lembrar de quando ainda era criança na Maré.
Vistada maquete do museu
Maquete_Museu_01

Maquete

Com a pesquisa organizada, parti para a construção da maquete e percebi várias questões espaciais no galpão como, por exemplo, o pé direito alto. Por outro lado, isso tornou possível sua ocupação com algum elemento que emocionasse a quem entrasse. Então este objeto foi o barraco, que é a grande sensação e emoção do Museu.

Fomos então apresentar para a equipe do IPHAN, que gostou da proposta, do conceito e da defesa do projeto.

Marcelo Vieira
cenógrafo do Museu da Maré